terça-feira, 29 de novembro de 2011

Relatório: 2011 está entre os anos mais quentes já registrados

O mundo está ficando mais quente, e 2011 é um dos anos com mais calor já registrado, num fenômeno que deve agravar inundações, secas e outros padrões climáticos radicais em todo o planeta, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização das Nações Unidas durante a conferência climática, que começou nesta semana em Durban, na África do Sul.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM, um órgão da ONU) disse que os 13 anos com maior temperatura global foram todos registrados desde 1997, e que isso contribuiu com a maior intensidade das secas e chuvas. "Nossa ciência é sólida e prova inequivocamente que o mundo está se aquecendo e que o aquecimento se deve a atividades humanas", disse o subsecretário-geral da OMM, Jerry Lengoasa, a jornalistas em Durban.

Neste ano, o clima mundial foi fortemente influenciado pelo fenômeno La Niña, que surgiu de forma inesperada no Pacífico tropical no segundo semestre de 2010. Esse resfriamento natural das águas oceânicas geralmente causa uma intensificação dos padrões climáticos na Ásia/Pacífico, América do Sul e Ásia.

O La Niña de 2010 foi um dos mais fortes dos últimos 60 anos, e está associado a secas no leste da África, em ilhas do Pacífico equatorial central e nos EUA, além de inundações em outros lugares do planeta.

Ao contrário do que ocorreu nas conferências dos anos anteriores, em Copenhague e Cancún, desta vez há pouca expectativa de que a reunião resulte na adoção de um novo tratado climático global, para vigorar a partir de 2013.

Os dois maiores emissores globais de gases do efeito estufa, China e Estados Unidos, não parecem dispostos a prometerem cortes sem que o outro faça o mesmo. Japão, Canadá e Rússia, que também são atores importantes nesse processo, tampouco parecem dispostos a renovar compromissos que expiram no ano que vem, ao passo que a União Europeia propõe que o novo tratado fique para 2015.

O relatório diz que o acúmulo de gases do efeito estufa desgastou as calotas de gelo dos pólos e deixou o mundo próximo de mudanças irreversíveis nos seus ecossistemas. "As concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera atingiram novos recordes", disse o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, em outra nota.

"Elas estão rapidamente se aproximando de níveis consistentes com o aumento de 2 a 2,4 graus centígrados nas temperaturas globais médias, o qual os cientistas acreditam que poderá desencadear mudanças abrangentes e irreversíveis na nossa Terra, na biosfera e nos oceanos."

A Rússia foi o país que experimentou a maior variação de temperatura em relação à média mundial. Em algumas partes do norte do país, a temperatura entre janeiro e outubro foi 4 graus superior ao normal, segundo o relatório.

Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5493783-EI238,00-Relatorio+esta+entre+os+anos+mais+quentes+ja+registrados.html

Comentário: Infelizmente o munso vem ficando cada vez mais quente, eu acredito que isso não tem como parar esse aquecimento e sim ficar cada vez mais quente isso porque no mundo vai surgir mais empresas, prédios no que irá contribuir para o aquecimento. Meu conselho: COMPRE UM AR CONDICIONADO ;)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mancha de óleo de vazamento da Chevron diminuiu, diz ANP

A mancha de óleo provocada pelo vazamento no Campo de Frade, operado pelo Chevron, registrou diminuição nos últimos dias. De acordo com nota oficial da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a área ocupada pela mancha passou de 12 quilômetros quadrados, no dia 18 deste mês para 2 km² na segunda-feira (21).

"No sobrevoo realizado ontem pelo helicóptero da Marinha, com técnicos do Ibama, foi verificada nova diminuição da mancha, que continua se afastando do litoral", diz o comunicado.

Chevron pode ser punida em R$ 260 milhões por vazamento no Rio
Comissão do Senado aprova audiência sobre vazamento
Perguntas e respostas sobre o vazamento.

A ANP também garantiu que a fonte primária do vazamento está controlada. A afirmação é baseada na análise das últimas imagens submarinas captadas pelo ROV (sigla em inglês para veículo operado remotamente), recolhidas pela agência, além de dados e informações coletados no interior do poço.

"A exsudação está diminuindo, sendo observado apenas um ponto com pequeno fluxo", diz a nota da ANP, acrescentando que os trabalhos de cimentação definitiva do poço estão em andamento, sob supervisão de técnicos da agência que se encontram embarcados na plataforma SEDCO 706.

"Como o vazamento ocorreu a grande profundidade, é importante ressaltar que o óleo leva tempo considerável para chegar do fundo do mar até a superfície. Assim, outras manchas que aflorem na superfície não representam, necessariamente, um novo vazamento", acrescenta o órgão regulador.

O sobrevoo realizado por helicóptero da Marinha e acompanhado por técnicos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) constatou ainda que a mancha se afasta do litoral.

MULTA

A agência confirmou ainda que emitiu ontem dois autos de infração contra a Chevron Brasil Petróleo Ltda. O primeiro, às 13h, por não cumprimento do Plano de Abandono do Poço apresentado pela própria empresa à agencia. O segundo, às 16h, pela adulteração de informações sobre o monitoramento do fundo do mar. Os valores das multas serão definidos ao final do processo administrativo.

A petroleira americana Chevron pode ser punida em R$ 260 milhões pelo vazamento de óleo do campo de Frade, na bacia de Campos.

O valor inclui multas já aplicadas pelo Ibama, considerados os valores máximos, autuações da ANP e reparações cobradas na Justiça pelo governo do Rio. Há a possibilidade de o valor mudar caso haja novas punições.

A quarta maior petroleira do mundo ainda corre o risco de ser impedida de explorar o pré-sal, disse o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima.

Link: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1010221-mancha-de-oleo-de-vazamento-da-chevron-diminuiu-diz-anp.shtml

Comentário: Nessa semana o que se viu em telejornais foi desse tal vazemento de petróleo no Rio de Janeiro e o pior de tudo é que essa mancha pode preoujudicar o meio ambiente. Eu acredito que essa petroleira não tem condições de ficar no Brasil porque esse vazemento foi tudo previsto, estavão perfurando e forçando muito até que estourou esse problema. SACANAGEM.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Solvente industrial aumenta risco de Parkinson, diz estudo

Um estudo internacional concluiu que pessoas expostas ao solvente industrial tricloroetileno (TRI) no ambiente de trabalho têm um risco seis vezes maior de apresentar mal de Parkinson.
Diversos usos da substância química foram proibidos ao redor do mundo, devido a preocupações sobre sua toxicidade, mas o TRI ainda é utilizado como agente desengordurante.

Os pesquisadores de institutos dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Argentina analisaram dados de 99 pares de gêmeos selecionados a partir de registros americanos, em que um dos irmãos tinha mal de Parkinson e o outro não.

Estudos anteriores indicam que a doença é causada por uma mistura de fatores genéticos e ambientais. Alguns dos sintomas são tremores e dificuldades de movimento e de fala.

Gêmeos

A pesquisa queria analisar os efeitos de da exposição a seis tipos de solvente, incluindo o TRI.

A decisão de estudar gêmeos foi tomada porque eles são semelhantes geneticamente e muitas vezes tem estilos de vida parecidos, o que reduz a ocorrência de resultados artificiais.

Os gêmeos foram entrevistados para que se chegasse a um histórico de sua vida profissional e para que sua exposição a solventes fosse estimada. Eles também responderam perguntas sobre hobbies e passatempos.

Os resultados estão sendo apresentados como o primeiro estudo a fazer "uma associação significativa" entre a exposição ao TRI e o mal de Parkinson.

Os solventes percloroetileno e tetracloreto de carbono também "indicaram risco significativo de desenvolver a doença".

Os outros três solventes analisados, tolueno, xilol e n-hexano, não apresentaram relação estatística com a presença de mal de Parkinson.

Tratamento

"Nosso estudo confirma que agentes contaminantes comuns podem aumentar o risco de desenvolvimento de mal de Parkinson, o que tem implicações consideráveis em termos de saúde pública", disse Samuel Goldman, do Instituto de Parkinson em Sunnyvale, Califórnia, que co-liderou a pesquisa publicada pelo Annals of Neurology.

"Nossas descobertas, assim como relatos de casos anteriores, sugerem que pode haver uma diferença de até 40 anos entre a exposição ao TRI e o aparecimento do mal de Parkinson, o que cria uma janela de oportunidade fundamental para que se controle o desenvolvimento da doença antes de os sintomas clínicos surgirem."

Michelle Gardner, gerente de desenvolvimento de pesquisa da instituição Parkinson''s UK disse esse é o primeiro estudo que relaciona o TRI à doença, mas frisou que "muitos dos usos anteriores do solvente foram descontinuados por razões de segurança mais de 30 anos atrás e que os sistemas de proteção em locais de trabalho em que substâncias químicas fortes como este solvente são usadas melhoraram muito nos últimos anos".

Gardner também acredita que estudos maiores são necessários para confirmar a ligação.

Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5469921-EI238,00-Solvente+industrial+aumenta+risco+de+Parkinson+diz+estudo.html

Comentário: Nunca é bom mecher ou ficar por perto deses solventes. O TRI causa parkinson e tem que haver uma forma de substituir não só o TRI mas todos os solventes que existem. Já o estudo fica a dúvida, por que a pesquisa não foi feita em ratos de laboratório? Coitados dos gêmeos

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Novos estudos reforçam consenso de que Terra está mais quente

Duas pesquisas recentes reafirmam o consenso científico em torno da realidade do aquecimento global, embora também mostrem as incertezas do fenômeno.

A primeira, coordenada pelo físico Richard Muller, da Universidade da Califórnia em Berkeley, foi divulgado numa conferência nos EUA e aguarda para ser publicado.
Mas já ganhou relevância porque, até o mês passado, Muller era um cético do clima. Para ele, os dados usados para mostrar que o planeta está aquecendo não eram confiáveis.

Decidido a colocar o consenso climático à prova, Muller organizou um estudo, o Best (sigla inglesa de "projeto Berkeley sobre a Temperatura da Superfície Terrestre").

A pesquisa recebeu parte de seu financiamento da fundação Charles Koch, ligada à indústria do petróleo e responsável por bancar outros céticos climáticos e políticos conservadores nos EUA.

Em artigo no "Wall Street Journal", um dos poucos grandes jornais em que a comunidade de céticos climáticos ainda tem voz, Muller explica o porquê de suas dúvidas iniciais sobre o aquecimento global: dados porcos.

O xis do problema são as estações meteorológicas, principais responsáveis por recolher dados de temperatura e criar uma série histórica capaz de dizer se, afinal, o planeta está mais quente.

Seguindo os dados obtidos por essas estações, o IPCC, painel do clima da ONU, estima que a temperatura média da Terra subiu 0,64 grau Celsius nos últimos 50 anos.

Só que há um problema, escreve Muller: 70% dessas estações nos EUA possuem uma margem de erro superior a essa variação.
Além disso, grande parte das medições de temperatura é feita em áreas urbanas, que ficaram mais quentes com asfalto, calçadas e concentração de prédios.

Muller explica que a equipe do estudo Best usou uma série de controles experimentais para contornar esses vieses. Primeiro, eles usaram uma massa maior de registros do que as pesquisas tradicionais sobre o tema.

Resultado: de quase 40 mil estações medidoras de temperatura mundo afora, dois terços mostraram sinais de aquecimento.

Além disso, eles trabalharam com dados de satélite para levantar as tendências de temperatura apenas nas estações de medição em áreas rurais, e não houve diferença em relação às mais urbanas.

E a magnitude do aquecimento é comparável tanto nas estações de boa qualidade quanto nas que trazem dados mais incertos.

"Embora as estações de baixa qualidade tragam temperaturas incorretas, elas ainda assim seguem as mudanças de temperatura", afirma.

INCERTEZAS

Muller e colegas, porém, não investigaram as causas do aquecimento nem o que acontecerá daqui para a frente. Nesse último ponto, uma pesquisa publicada recentemente na revista científica "Journal of Geophysical Research" mostra que os cientistas ainda terão muito trabalho pela frente.

Julia Crook e Piers Forster, da Universidade de Leeds (Reino Unido), fizeram uma análise detalhada dos modelos climáticos, as simulações por computador que servem para prever o futuro do clima.

O jeito tradicional de verificar se esses modelos são úteis é tentar ver se eles reproduzem o que ocorreu com o clima no século 20.

Eles conseguem isso, dizem os pesquisadores, mas de um jeito que não depende da força dos feedbacks positivos do clima, ou seja, da maneira como mudanças atuais amplificam o aquecimento futuro. Por exemplo: derreter gelo no Ártico torna a região mais escura. Com isso, ela absorve mais luz solar e esquenta ainda mais.

Por causa disso, é provável que nenhum modelo atual seja capaz de capturar como será o clima do futuro.

Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1002630-novos-estudos-reforcam-consenso-de-que-terra-esta-mais-quente.shtml

Comentário: Essa notícia já era de se esperar, mas não certezas. Acho que essa área da ciencia tinha que ser mais investida para que esse tipo de notícia, poça ser pelo menos,confirmado com certeza.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular

Cientistas franceses conseguiram recuperar a juventude de células de doadores centenários, ao reprogramá-las ao estágio de células-tronco, demonstrando assim que o processo de envelhecimento é reversível. Trabalhos sobre a possibilidade de apagar as marcas do envelhecimento celular, publicados na edição desta terça-feira da revista especializada Genes & Development, marcam uma nova etapa na direção da medicina regenerativa com vistas a corrigir uma patologia, ressaltou Jean-Marc Lemaitre, do Instituto de Genômica Funcional (Inserm/CNRS/Université de Montpellier), encarregado destas pesquisas.

Segundo um cientista do Inserm, outro resultado importante destes trabalhos é compreender melhor o envelhecimento e corrigir seus aspectos patológicos. As células idosas foram reprogramadas "in vitro" em células-tronco pluripotentes iPSC (sigla em inglês para células-tronco pluripotentes induzidas) e, com isso, recuperaram a juventude e as características das células-tronco embrionárias (hESC). Estas células podem se diferenciar dando origem a células de todos os tipos (neurônios, células cardíacas, da pele, do fígado...) após a terapia da "juventude" aplicada pelos cientistas.

Desde 2007 os cientistas demonstraram ser capazes de reprogramar as células adultas humanas em células-tronco pluripotentes (iPSC), cujas propriedades são semelhantes às das células-tronco embrionárias. Esta reprogramação a partir de células adultas evita as críticas ao uso de células-tronco extraídas de embriões.

Nova etapa

Até agora, a reprogramação de células adultas tinha um limite, a senescência, última etapa do envelhecimento celular. A equipe de Jean-Marc Lemaitre acaba de superar este limite.

Os cientistas primeiro multiplicaram células da pele (fibroblastos) de um doador de 74 anos para alcançar a senescência, caracterizada pela suspensão da proliferação celular. Em seguida, eles fizeram a reprogramação "in vitro" destas células. Como isto não foi possível com base em quatro fatores genéticos clássicos de transcrição (OCT4, SOX2, C MYC e KLF4), eles adicionaram outros dois (NANOG e LIN28).

Graças a este novo "coquetel" de seis ingredientes genéticos, as células senescentes reprogramadas recuperaram as características das células-tronco pluripotentes de tipo embrionário, sem conservar vestígios de seu envelhecimento anterior. "Os marcadores de idade das células foram apagados e as células-tronco iPSC que nós obtivemos podem produzir células funcionais, de todos os tipos, com capacidade de proliferação e longevidade aumentadas", explicou Jean-Marc Lemaitre.

Os cientistas em seguida testaram com sucesso seu coquetel em células mais envelhecidas, de 92, 94, 96 até 101 anos. "A idade das células não é definitivamente uma barreira para a reprogramação", concluíram.

Estes trabalhos abrem o caminho para o uso de células reprogramadas iPS como fonte ideal de células adultas toleradas pelo sistema imunológico para reparar órgãos ou tecidos em pacientes idosos, acrescentou o cientista.

Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5446180-EI238,00-Cientistas+conseguem+reverter+envelhecimento+celular.html

Comentário: Talvez ae está a descoberta "fonte da juventude". Será que daqui uns anos, nossos filhos, netos poderam através dessa descoberta iver mais anos? Tomara que evolua essa pesquisa.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Pinguins ganham roupa de lã para se proteger de petróleo

Os pinguins estão sempre protegidos do frio. Então seria absurdo imaginar esses bichinhos usando roupas de lã, certo?

Errado! Pinguins da Nova Zelândia estão desfilando esses modelitos para se proteger do contato com petróleo, depois de um vazamento que atingiu a costa do país.

O vazamento de petróleo afetou Tauranga, na ilha do Norte, e foi considerado a pior catástrofe ecológica marítima do país.

A preocupação dos cientistas é de que os pinguins comam o óleo, enquanto ajeitam suas penas com o bico. Por isso, pediram a ajuda da loja Skeinz, especialista em peças de lã.

A Skeinz vai mandar roupinhas de lã para proteger os pinguins. No endereço www.skeinz.com/Newsletters/spring2011.html, a marca até ensina a tricotar o modelo. Que tal ajudar?


Link: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/995782-pinguins-ganham-roupa-de-la-para-se-proteger-de-petroleo.shtml

Comentário: Sinceramente não aachei noticia melhor. Esses pinguins vão ficar protegidos e na moda. É um absurdo esse vazemento de óleo. Tem que haver um maior cuidado na região pois os pinguins são animais importante para o ecossitema e a cadeia alimentar.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Nível do mar continuará subindo pelos próximos 500 anos

A elevação do nível dos oceanos nos próximos séculos é talvez uma das mais catastróficas consequências do aumento das temperaturas. Custos econômicos massivos, consequências sociais e migrações forçadas podem são apenas alguns resultados do aquecimento global.

Pesquisadores do Instituto Niels Bohr e da Universidade de Copenhage calcularam as perspectivas de longo prazo da elevação do nível dos oceanos relacionado à emissão de gases poluentes. Os resultados, publicados na revista cientifica Global and Planetary Change, revelaram que os níveis dos oceanos devem continuar subindo por pelos menos 500 anos.

"Nós não estamos olhando para o que está acontecendo com o clima, mas nos focamos exclusivamente nos níveis dos oceanos", explicou Aslak Grinsted, pesquisador do Center for Ice and Climate (Centro para Gelo e Clima, na tradução para o português) e da Universidade de Copenhage.

Previsões

O grupo de pesquisadores realizou cálculos para quatro futuros cenários. O quadro pessimista, que parte do pressuposto de que as emissões de gases estufa continuem a subir, mostra que os níveis do mar vão aumentar 1,1 me até 2100 e 5,5 me até 2500.

Mas mesmo no cenário mais otimista, que depende de severas mudanças climáticas e esforços econômicos e sociais na redução do impacto ambiental, os níveis do mar continuariam a subir. Até 2100 a elevação corresponderia a cerca de 75 cm e a 2 metros até 2500, de acordo com as previsões.

Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5421362-EI8147,00-Nivel+do+mar+continuara+subindo+pelos+proximos+anos.html

Comentário: O mar irá aumentar concerteza. Acho que não temos o que fazer. Continentes se tornaram ilhas e muitas pessoas irão morrer. Não acredito que o mundo irá acabar em 2012 mas creio que algumas catástrofes acontecerão. Temos que aproveitar a vida como se não houvesse o amanhã.